quinta-feira, 31 de março de 2016

quarta-feira, 30 de março de 2016

Quando a Gente Ama - Oswaldo Montenegro.

Sobre política...

Na verdade, aquilo a que chamais liberdade é a mais forte dessas cadeias, embora os seus aros brilhem à luz do sol e vos ofusquem a vista. E o que é isso senão fragmentos do vosso próprio ser de que vos libertareis para vos tornardes livres? Se se trata apenas de uma lei injusta que ireis abolir, essa lei foi escrita com a vossa mão apoiada na vossa fronte. Não podereis apagá-la queimando os livros das leis, ou lavando as frontes dos vossos juízes, embora despejeis o mar sobre eles. E se é um déspota que ireis destronar, certificai-vos primeiro de que o trono erigido dentro de vós também é destruído. Pois como pode um tirano mandar sobre os livres e os orgulhosos, senão exercendo a tirania sobre a liberdade deles e sufocando-lhes o orgulho?
Khalil Gibran
O profeta. São Paulo: Martin Claret, 2015. p. 74
Livro publicado em 1923.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Por una cabeza - Carlos Gardel y Alfredo Le Pera


(...)
Por una cabeza,
metejón de un día
de aquella coqueta
y risueña mujer,
que al jurar sonriendo
el amor que está mintiendo,
quema en una hoguera
todo mi querer.

Por una cabeza,
todas las locuras.
Su boca que besa,
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza,
si ella me olvida
qué importa perderme
mil veces la vida,
para qué vivir.

Cuántos desengaños,
por una cabeza.
Yo juré mil veces,
no vuelvo a insistir.
Pero si un mirar
me hiere al pasar,
su boca de fuego
otra vez quiero besar.
(...)


Sobre a vida...

"(...) e quem consegue separar-se sem arrependimento da dor e da solidão que traz dentro de si?"
Khalil Gibran
O profeta. São Paulo: Martin Claret, 2015. p. 9
Livro publicado em 1923.

domingo, 20 de março de 2016

Sobre política...

(…)
Há três tipos de tiranos. Uns adquirem o poder por eleição do povo, outros pela força das armas, e os últimos por sucessão hereditária.

(…)

Parece-me que aquele a quem o povo entregou o Estado deveria ser o mais suportável, e o seria, como creio. Mas, logo que se vê elevado acima dos outros, encantado com esse não sei quê que chamam grandeza, decide não sair mais. Considera quase sempre o poder que o povo lhe conferiu como devendo ser transmitido a seus filhos. E, desde que adotaram essa ideia, é surpreendente ver como superam os outros tiranos em todos os tipos de vícios, e mesmo em crueldade. Não encontram meio melhor para assegurar a nova tirania a não ser reforçar a servidão e afastar tanto seus súditos da liberdade que, por mais recente que seja sua recordação, logo se apaga de sua memória.

(…)
Étienne de La Boétie
Discurso da servidão voluntária. 2ª ed. São Paulo: Martin Claret. 2015. p.42-43.
(Escrito entre 1546 - 1548)

domingo, 6 de março de 2016

sábado, 5 de março de 2016

Senhor, livrai-me dos normalpatas...


Recomendo a leitura:
Forte abraço,

Danilo.