quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Começando o ano com uma pergunta bem antiga...


Que é a verdade?
João 18 : 38

3 comentários:

Vanessa Ribeiro disse...

"Pas a pas, se va luènh"
Quando vi a provocação, lembrei imediatamente dessa frase de um romance da Kate Mosse.
E de um filme bem interessante, Ponto de Vista, com o Dennis Quaid.
E do Douglas Adams, que falou sobre filosofia e ciência do jeito mais louco e divertido possível, e segundo ele "a realidade está frequentemente incorreta".
E, desculpe, vou falar da série de nooovo: crônicas de gelo e fogo.
No fim das contas, a verdade é que nada é o que é, e tudo pode ser outra coisa.
Confuso???
Umhum, é a verdade.
Rsrsrsrs

Danilo Cruz. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Danilo Cruz. disse...

Alguém já escreveu assim:

"No mais, importante é destacar que tudo é passível de interpretação, não existe situação
consolidada no tempo e no espaço que seja incólume ao ato interpretativo, afinal, ser que pode ser
compreendido é linguagem.Compreender é colocar algo dentro de palavras, ou melhor, formular a compreensão dentro de uma
potencialidade linguística, evocando a importante objeção que nem tudo o que eu compreendo pode
ser colocado em palavras. A necessária ideia é, para a noção gadameriana de interpretação e sua
inerente linguisticidade, que o ouvinte é suprimido pelo que ele procura compreender e, assim,
responde, interpreta, busca por palavras ou expressa. Portanto, compreender, no sentido
gadameriano, é articular (um sentido, uma questão, um acontecimento) com palavras; “palavras
que são sempre minhas, mas que ao mesmo tempo essas que eu luto para compreender”.

CRUZ, Danilo Nascimento. O ART. 4.º DA RES. TSE 21.841/2004 E UM DOS CONTOS DO MAJOR GORBILIOV (PRIMEIRA NOITE) DE MIKHAIL SALTIKOV-SCHEDRIN Revista dos Tribunais | vol. 951/2015 | p. 209 - 223 | Jan / 2015 DTR\2014\20992