quarta-feira, 30 de julho de 2014

O amor e o excesso de linguagem...

Seguindo o pensamento de Wittgenstein, a ideia de uma linguagem particular das sensações não faz absolutamente nenhum sentido, deve haver algo de público nela...

1º Clico/Sartre - Leituras de Julho / Agosto

http://www.universovozes.com.br/livrariavozes/web/view/DetalheProdutoCommerce.aspx?ProdID=8532642861&
http://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=736390&ID=745074
http://www.zahar.com.br/livro/sartre-em-90-minutos
http://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=638453&ID=615380









domingo, 27 de julho de 2014

Paperman - Disney

Nota: Para uma melhor visualização, desativar o 3D, as anotações e aumentar a qualidade do vídeo para no mínimo 720p HD.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

domingo, 20 de julho de 2014

Sobre a vida; a música e a vida; o eu e a vida; o direito e a vida...

Em tópicos:

1 - Uma bela canção e duas belas interpretações...




2 - Uma citação que me veio à cabeça em razão da canção...

"A intimidade interior, que muitas vezes não implica solidão, já que o homem pode trazer para sua companhia os fantasmas que mais lhe apeteçam, é aquela de que o indivíduo goza materialmente, apartado de seus semelhantes... o indivíduo afasta-se da multidão. Recolhe-se em seu castelo. Desce às profundezas de sua alma e sai em busca de seu ser."

COSTA JR., Paulo José. O direito de estar só. 4ª ed. São Paulo: RT. 2007. p. 10-11

 
3 - Uma divagação que me veio à cabeça em razão da citação...

Por que é tão difícil compreender o direito numa inter-relação com a música, com a literatura, com a vida...?

Por que o direito tem que ser lei (simbólico/retórico) e não norma (razão ou motivo para agir, para acreditar ou para sentir)...?

Por que se esquecem do intra antes de aplicar o inter...? Se a aplicação do inter é a busca da tutela do intra...

A razão do direito é o homem, com suas agruras e sua incompletude existencial... e antes que alguém fale da insossa jurisprudência do STF (saudades do tempero Ayres Brito) ou do STJ, é importante que se consigne que são instituições compostas por homens com suas agruras e incompletudes existenciais...

A filosofia do direito nos fornece como referência de estudo o existencialismo jurídico, baseado nas concepções de Camus e Sartre, que propõe a observação do homem enquanto contingente-conciente.

O que faz o homem diferenciar-se da mundanidade em que se encontra é o fato de ser consciente. Esta é a base para diferenciar o “ser em si”. (1)

O existencialismo é uma filosofia centrado no humanismo; é o humanismo que se preocupa com o ser individual, concreto. Cada pessoa apresenta um mundo interior personalíssimo (e por isso a necessidade da efetiva tutela dos direitos da personalidade), com seu condicionamento e circunstâncias. Considera existência inautêntica a vida social, que despersonaliza e, em lugar de converter o homem em “ser-em-si-mesmo”, impõe-lhe a lógica do “se”: se todos pensam assim, deve-se pensar igualmente; se as pessoas falam de determinado modo, deve-se falar também (...) Vida autêntica é a interior, quando o homem estabelece o seu próprio Dasein, o seu modo próprio de ser. Daí que o “homem é o único e soberano senhor do seu destino”, conforme Sartre. O homem está condenado à liberdade. A liberdade se condiciona às circunstâncias... (2)

E como conciliar existencialismo com o direito? Lembremos da solução no caso concreto; lembremos das cláusula-gerais; lembremos dos princípio da adequação e adaptabilidade do processo; lembremos das colisões de direitos fundamentais... pensemos nas decisões judiciais sob o viés da equidade...

Abraço,

Danilo.

___________

(1) - BITTAR, Eduardo C. B.; ALMEIDA, Guilherme Assis de. Curso de filosofia do direito. 10ª ed. São Paulo: Atlas. 2012. p. 431.
(2) - NADER, Paulo. Filosofia do direito. 7ª ed. Rio de Janeiro: Forense. 1997. p. 232-233.


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Parecer emitido pela Prof.ª Ana Paula de Barcellos na ADIn 4.815


Segue link do esplêndido parecer emitido pela Prof.ª Ana Paula de Barcellos na ADIn 4.815, que trata das biografias não autorizadas. 

Boa leitura!

Danilo.

"Ela está em todas as coisas, até no vazio que me dá, quando vejo a tarde cair e ela não está..." - Jorge Vercilo


quarta-feira, 16 de julho de 2014

"Mas aí o amor chegou, desabou a sua paz, despediu seu desamor pra nunca mais..." - Vinicius de Moraes

Nota: As músicas, compostas por duas partes cada, são cantadas em contraponto, logo, é interessante ouvi-las mais de uma vez para acompanhar com as letras. 
Só um toque!
Danilo.



Veja você
(Toquinho / Vinícius de Moraes)
 

Veja você, eu que tanto cuidei minha paz
Tenho o peito doendo, sangrando de amor
Por demais
Agora eu sei a extensão da loucura que fiz
Eu que acordo cantando
Sem medo de ser infeliz


 Quem te viu e quem te vê, hein rapaz?
Você tinha era manias demais
Mas aí o amor chegou
Desabou a sua paz
Despediu seu desamor pra nunca mais
Algum dia você vai compreender
A extensão de todo bem que eu lhe fiz
E você há de dizer: Eu agora sou feliz
Quem te viu e quem te vê, hein rapaz?  



Mais um adeus
(Toquinho / Vinicius de Moraes)


 Mais um adeus
Uma separação
Outra vez, solidão
Outra vez, sofrimento
Mais um adeus
Que não pode esperar
 

O amor é uma agonia
Vem de noite, vai de dia
É uma alegria
E de repente
Uma vontade de chorar


 Olha, benzinho, cuidado
Com o seu resfriado
Não pegue sereno
Não tome gelado
O gim é um veneno
Cuidado, benzinho
Não beba demais
Se guarde para mim
A ausência é um sofrimento
E se tiver um momento
Me escreva um carinho
E mande o dinheiro
Pro apartamento
Porque o vencimento
Não é como eu:
Não pode esperar


 O amor é uma agonia
Vem de noite, vai de dia
É uma alegria
E de repente
Uma vontade de chorar

 Tonga Editora Musical LTDA

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O velho e a flor



O velho e a flor
 (Luis Enrique Bacalov / Toquinho / Vinicius de Moraes)  

Por céus e mares eu andei
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber o que é o amor


Ninguém sabia me dizer
E eu já queria até morrer
Quando um velhinho com uma flor assim falou 
 

O amor é o carinho
É o espinho que não se vê em cada flor
É a vida quando
Chega sangrando
Aberta em pétalas de amor


Tonga Editora Musical LTDA

domingo, 6 de julho de 2014

sábado, 5 de julho de 2014

Prioridades...


Da série: "Processo Civil de verdade..."


Amigos,

Recomendo o ótimo artigo do Prof. Leonardo Carneiro da Cunha - "Cumprimento da sentença.Prazo para pagamento, e não para depósito.

Abraço,

Danilo.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

"...quando penso no futuro, não esqueço o meu passado..."


Dúvida...


"Na verdade, não existe nada mais aterrorizador do que a dúvida. A dúvida separa os homens. É o veneno que desintegra amizades e rompe as agradáveis relações. É um espinho que irrita e fere. É uma espada que mata."

Editora Martin Claret - 2013 - p.132.

Mãos Atadas - Zélia Duncan e Frejat