quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma bela canção, belas palavras de um jurista e um belo poema... afinal, Música, Direito e Poesia, enquanto criações de espíritos livres, vivem em perfeita comunhão!


Uma bela canção:


Belas palavras de um jurista: 
"Creio no amor apaixonado e cúmplice, que supera a paixão narcísica de cada um. O amor sublime, que não exige o rebaixamento do erotismo e nem o conformismo imposto – e não eleito espontaneamente – a certos deveres sociais e legais. Ainda nas palavras de  Maria Rita Kehl, o amor sublime é amor de escolha e, portanto, amor de liberdade. É união com base em afinidades eletivas e, portanto, uma aliança  a favor, e não contra , o vôo de cada um pela vida".
(BARROSO, Luis Roberto. Direito e paixão. Disponível na Internet: http://www.mundojuridico.adv.br. Acesso em 20 de janeiro de 2011.)

Um belo poema: 
Invictus

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer Deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue – ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza. 
 
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

Autor: William E Henley
Tradutor: André C S Masini

 

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