sábado, 6 de junho de 2009

Leitura que recomendo!

Para quem nunca leu vale a indicação, para quem já leu vale uma nova leitura.
A bela história contada nesse livro, dentre muitas lições, demonstra em certa medida, o quão limitada são as "pessoas grandes" (leia-se: Adultos) e como pode ser feliz a vida sob uma ótica menos materialista.
A releitura desse clássico ao tempo de minha recente paternidade tem brotado em mim o renascimento de alguns valores que naturalmente perdemos quando nos tornamos "pessoas grandes". Valores que apenas a infância guarda.

O pequeno trecho, abaixo transcrito, serve de exemplo:

"As pessoas grandes adoram os números. Quando a gente lhes fala de um novo
amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: "Qual é o som da sua
voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que ele coleciona borboletas? "Mas
perguntam:
"Qual é sua idade? Quantos irmãos tem ele? Quanto pesa?
Quanto ganha seu pai?" Somente então é que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos
às pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas
no telhado. . . " elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma idéia da casa. É preciso
dizer-lhes: "Vi uma casa de seiscentos contos". Então elas exclamam: "Que beleza!"

Abraços e boa leitura!

Danilo N. Cruz

OBS.: O exemplar é encontrado em qualquer livraria por um preço módico. Mas caso vc seja uma verdadeira "pessoa grande" pode baixar o livro de graça na internet, afinal pessoas grandes dão muito valor a números!


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